Construa previsibilidade e disponibilidade para financiar os seus projetos.
Preparamos a sua empresa para acessar as melhores estruturas do mercado de capitais, com custo menor e prazo mais curto.
A tese
A cada projeto, a captação começa do zero.
Monta-se o material outra vez. Reapresenta-se a empresa outra vez. Descobre-se outra vez o que aquele banco ou aquele fundo quer ver antes de olhar o número. Enquanto isso o cronograma corre, e o recurso chega quando o mercado permite, não quando a obra precisa.
Empresa que capta bem de forma consistente não teve sorte. Ela foi preparada para isso.
O fluxo de caixa de um empreendimento
O projeto consome caixa muito antes de devolver.
Cada trecho dessa curva tem um risco, uma garantia e um custo diferentes. Tratar tudo como “captação” é o que faz a empresa pagar caro na ponta errada.
Arraste para o lado para ver a curva inteira
O que a empresa ganha
Quatro consequências de chegar ao mercado preparado.
Previsibilidade
Você passa a saber, antes de começar, que tipo de operação a sua empresa consegue acessar, em que volume e em que prazo. Dá para decidir a compra de um terreno já sabendo como o projeto será financiado.
Disponibilidade
Com a empresa preparada e o relacionamento de mercado construído, o recurso chega mais perto do momento em que a obra precisa dele. Encurta a distância entre a decisão de investir e o dinheiro em caixa.
Custo
Quando a operação chega com modelagem consistente, garantias bem desenhadas e informação organizada, quem financia precisa embutir menos risco no preço. A conversa passa a ser sobre taxa.
Velocidade
Boa parte do tempo de uma captação se perde em ida e volta de informação, não em análise. Operação preparada corta esse ciclo, e algumas semanas de cronograma costumam valer mais do que alguns pontos de taxa.
Como trabalhamos
Preparar, estruturar, acessar, repetir melhor.
Preparação da empresa
Olhamos a estrutura de capital, a capacidade de endividamento, a organização societária e a qualidade da informação financeira. É esse conjunto que define a que operações a empresa tem acesso hoje. Quando alguma coisa aí limita o acesso, tratamos antes de ir ao mercado.
Estruturação da operação
Modelagem do fluxo, cenários, escolha do instrumento, prazo e pacote de garantias. A estrutura é montada em torno do caixa do projeto e do seu cronograma, com atenção ao que ela vai significar daqui a dois ou três anos, e não apenas na assinatura.
Acesso ao mercado
Fundos, bancos, securitizadoras, compradores de terreno e de ativo. Levamos a operação a quem tem apetite real para aquele tipo de risco, com o material no formato que cada interlocutor precisa para avaliar.
Continuidade
Acompanhamos as tratativas, a due diligence, a formalização e o que vem depois do desembolso. A captação seguinte começa de um patamar melhor, com a empresa já preparada e as portas já abertas.
Mercado Imobiliário
Capital em cada momento do empreendimento.
Da compra do terreno à liquidação da carteira.
ETAPA 01
Aquisição de terreno
Capital para a compra, permuta financeira e estruturação de SPE com sócio investidor. É onde a maior parte das empresas imobiliza caixa próprio muito antes de qualquer receita.
ETAPA 02
Desenvolvimento e pré-obra
Recursos para aprovação, projeto e lançamento, no período em que o empreendimento ainda não gera caixa nem tem garantia constituída.
ETAPA 03
Obra
Financiamento à produção cobrindo o cronograma físico-financeiro, com desembolsos acompanhando a evolução da obra.
ETAPA 04
Estoque performado
Capital com garantia em unidades prontas e não comercializadas, amortizando conforme o ritmo de vendas.
ETAPA 05
Recebíveis
Antecipação e cessão de carteira de unidades entregues, convertendo um fluxo longo em caixa disponível hoje.
Loteamento e urbanização
Financiamento da infraestrutura urbana e antecipação de carteira pulverizada. O ciclo é próprio: obra mais curta, venda mais rápida e recebível mais longo, o que pede uma estrutura diferente da incorporação vertical.
Para quem ocupa ou possui o imóvel
Sale and Leaseback — a empresa vende o imóvel que ocupa a um investidor e permanece nele como locatária, em contrato de longo prazo. Libera capital imobilizado sem interromper a operação, e a estrutura pode prever a recompra ao final.
Built to Suit — o investidor constrói o imóvel sob medida para a empresa, que entra como locatária por prazo acordado previamente. Permite expandir a operação sem consumir capital próprio na obra.
Demais setores
Energia, infraestrutura e PPP.
Energia
Modelagem de viabilidade econômico-financeira, capital de desenvolvimento e estruturação de dívida de longo prazo para projetos de geração distribuída e centralizada.
Infraestrutura
Modelagem de viabilidade econômico-financeira e estruturação de funding para projetos de longa maturação, com o prazo da dívida ajustado ao ciclo de caixa do ativo.
Parcerias Público-Privadas
Modelagem econômico-financeira, estruturação do funding da SPE e suporte técnico durante o processo licitatório.
Por que a Fynd
Parceria, não mandato avulso.
Preparamos a empresa, não só a apresentação
A conversa com o investidor é a etapa final do trabalho. O que decide o resultado já aconteceu antes dela, dentro da empresa.
Pensamos no seu pipeline
Uma captação que resolve o problema deste trimestre e compromete a capacidade de endividamento dos próximos dois não ajudou ninguém. Estruturamos olhando a sequência de projetos.
Acesso ao que o mercado tem de melhor
O mercado de capitais brasileiro oferece hoje estruturas bem mais eficientes do que a maior parte das empresas do setor costuma acessar. Nosso papel é trazer essas alternativas para a mesa e convertê-las em prazo, custo e garantia.
Contato
Vamos olhar o seu projeto.
Descreva a operação em linhas gerais e retornamos com uma leitura inicial.
